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SÍNDROME DO SUGAR BLUES

Dias atrás um amigo comentou comigo que seu irmão proíbe que seu filho consuma doces e chocolates. Achei aquilo o maior absurdo, até um outro amigo me ensinar sobre uma síndrome que a maior parte das pessoas, assim como eu, sofrem e não sabem: A Síndrome do Sugar Blue.



Sugar blues é uma overdose de açúcar, doces e chocolates que os pais submetem aos filhos na esperança de compensarem o déficit afetivo. Então elas crescem açucaradas, mimosas, compulsivas e inconsequentes.


Enquanto há doces perto delas, elas se apresentam geralmente assim:



Mas se o doce acaba...


A síndrome Sugar Blues explica as causas de pessoas que, como eu, são choronas, embirrentas e de cara lacrimosa ( já dizia meu amigo Isaías Matias). Mas depois que comem um docinho, sorvete, brigadeiro, ou até açúcar refinado, ficam extremamente felizes e dispostas. 

  
Eu sei que pareço estar brincando, mais o assunto é sério mesmo. Já virou motivo de livro. O escritor e pesquisador William Dufty escreveu o livro Sugar Blue, o Gosto Amargo do Açúcar, abordando o tema. Como não é um vício apresentado pela mídia, poucas pessoas se dão conta dele. 

Dufty  afirma que o açúcar branco refinado é destrutivo, vicia tanto quanto o álcool, heroína, morfina e outras inas. É consumido em quase todos os produtos civilizados. Dizem que há até açúcar nos aparelhos eletrônicos que atraem baratas e formigas:



“O açúcar está no pão, cigarro, creme dental, remédio, em todas as conservas... Se você tem enxaqueca, angústia, insônia, cáries, sente-se inchado, a síndrome de Sugar Blues se apossou de sua vida”



Abaixo, segue alguns trechos do livro:



Blues. Um estado de depressão ou melancolia revestido de medo, ansiedade e desconforto físico (freqüentemente expresso liricamente como uma crônica autobiográfica de um desastre pessoal).

Sugar Blues. Múltiplas penúrias físicas e mentais causada pelo consumo de sacarose refinada ― comumente chamada açúcar.



No livro , Bernard Fergusson nos conta o que acontecia quando homens exaustos, ao ponto de não conseguirem ao menos falar, recebiam uma dose de calda de açúcar: "... o resultado imediato era surpreendente, como um moderno Pentecostes. Nossas línguas se desenrolavam e falávamos perfeitamente." 


Para ele, uma substância capaz de provocar essa reação em musculosos adultos não deveria ser aquela oferecida como regalo de Natal às crianças. Temos aqui uma substância mais intoxicante que cerveja ou vinho e mais potente que muitas drogas e poções então conhecidas pelo homem. 


Não é de se estranhar que médicos árabes e judeus usassem o açúcar refinado com extremo cuidado, em minúsculas quantidades, adicionado às suas prescrições. Ele era capaz de embaralhar todo o cérebro. Poderia fazer com que o corpo e o cérebro humano subissem, de um só pulo toda a escala musical, indo da alucinação à exaustão.


Por isso, toda vez que você ver um pai super rígido com a criança quando o assunto é doce, não critique.
Melhor do que ela ficar que nem eu né? Afinal, eu quero mais é que o mundo termine em sorvete pra eu morrer de Sugar Blue!


Quer saber mais sobre o assunto? Consulte a fonte desta postagem no site: (http://www.frent.info/doce_veneno/sugar_blues.htm)



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