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Telegrama ao vento

Este poema é de um lindo amigo, poeta de Portugal, Vitor Leite:


Tu, aquela que atiras o meu nome para o vento
ele leva-me sei lá para onde, para mim!
ai como é bom estar nos teus lábios, entrar, sair,
não o meu corpo, não o meu sexo, só eu
a entrar e a sair, pousar nesse peito,
arrepiar uma pele
sentir cada poro, ver cada pelo,
entrar nessa boca, pousar nesses lábios e ser atirado ao vento,
que me leva para mim

e foges de mim a rodopiar
e porquê? se me atiras ao vento,
falo só para dizer coisas, agora leva-me vento, também a rodopiar
para longe de mim, para perto do que quero.
obrigado meu vento.

(Vitor leite)


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