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Édipo Rei


Composta por Sófocles, em data ignorada, e particularmente admirada por Aristóteles, esta obra-prima da tragédia grega, ilustra a impotência humana diante do destino. Se você não quer saber sobre os acontecimentos trágicos do livro, porque pretende lê-lo, pule o Resumo e vá para Minha Opinião sobre o Livro.

Resumo

A estória começa quando Édipo, príncipe de Corinto, é insultado por um bêbado, que o acusa de ser filho ilegítimo do Rei Políbios. Embora Políbios procure tranqüilizar Édipo, o príncipe, perturbado, recorre ao Oráculo de Píton, mais tarde conhecido como Delfos. O oráculo evita responder à sua dúvida, mas dá a terrível informação de que Édipo está destinado a matar o pai e casar-se com a mãe. Como Édipo não tem a menor intenção de deixar que isso aconteça, ele foge de Corinto e vai para Tebas. E aí começa a tragédia.Em uma encruzilhada, Édipo depara-se com uma carruagem. À frente vem o arauto, que ordena rudemente a Édipo que se afaste e tenta empurrá-lo para fora da estrada. O príncipe começa uma briga e termina matando todo mundo que nela se envolve. Para sua desgraça, um dos homens que vinha na carruagem era seu pai verdadeiro, o rei Laios de Tebas. Após resolver o enigma da esfinge e salvar Tebas desse flagelo, Édipo é proclamado rei e casa-se com a viúva de Laios, Jocasta, sua mãe verdadeira. Só depois que uma nova maldição cai sobre Tebas, maldição que seria afastada apenas quando o assassino de Laios fosse descoberto e expulso, é que os fatos vêm à tona. Édipo não consegue suportar a verdade e arranca os próprios olhos.

Antes que Édipo tomasse a decisão de fugir da profecia do oráculo, Laios, sua vítima já tinha cometido o mesmo engano. Apolo havia advertido Laios de que seu próprio filho o mataria e, quando Édipo nasceu, o rei mandou perfurar com um cravo um dos pés da criança e abandoná-la em uma montanha. Mas o menino foi encontrado por um pastor e levado ao rei Políbios, que o adotou. Essa foi a origem da confusão de Édipo e foi daí que veio seu nome: "oidípous" significa "pé inflamado".

Minha opinião sobre o livro


Indico o livro a todas as pessoas, sejam adultas ou adolescentes. Mas se você faz Direito, tem obrigação de ler. O livro, além da história super criativa e bem elaborada, traz uma verdade única: de como somos marionetes do destino, dos erros de terceiros e das leis, sejam elas formais ou de mera conduta. Colabora para que cada profissional de Direito, saiba ter em si, um pouco de compaixão para com aqueles que não conseguem seguir os ditames legais imposto pela sociedade e a perceber que todos nós, somos vítimas de nós mesmos. 


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